sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Resultado de imagem para charge sindrome de burnout

A charge acima, nos remete a Violência Escolar que atualmente faz parte do cotidiano de grande parte das escolas. É importante a reflexão sobre o assunto, pois a partir da visualização da mesma, podemos pensar tanto no tema sobre a Violência Escolar, como também sobre a Síndrome de Burnout. Como podemos verificar, a charge deixa claro como são realizadas as cobranças sobre os resultados do desempenho escolar que os alunos e alunas devem ter na atualidade e como era em décadas passadas.
É importante que o gestor tenha conhecimento sobre esses assuntos que são pertinentes ao cotidiano de grande parte das escolas. 
Promover debates e convidar profissionais que podem esclarecer dúvidas que surgem no cotidiano escolar, para ministrar palestras, pode ser uma ferramenta que auxiliará o gestor na administração da Unidade Escolar.
 Imagem:http://claudeko-claudeko.blogspot.com.br/2010_10_01_archive.html

Aluna: Cláudia Mesitieri - matrícula: 102.120.802.13

Causas de violência escolar


http://br.guiainfantil.com/violencia-escolar/46-causas-da-violencia-escolar.html

Tanto a família como a escola podem estabelecer regras para evitar a violência escolar. É possível proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima de agressão. Pelo menos existem algumas atitudes que podem ajudar tanto a família como os educadores e a sociedade de um modo geral, a prevenir este fenômeno. Lutar contra o abuso é uma responsabilidade de todos. Cada parte implicada deve cumprir seu papel.
Tanto o agressor como a vítima sofrem, e, portanto, necessitam ser escutados, atendidos e tratados. Segundo José Maria Avilés, psicólogo, especialista e estudioso no tema “violência escolar”, assegura que 6% dos alunos são vítimas deste fenômeno. Mas adverte que é preciso tratar o agressor com prudência e não ver fantasmas onde não existem. A agressão escolar não é um problema novo nem isolado, e que o primeiro que tem que fazer nestes casos é identificar a vítima e o agressor. E ter a consciência de que ambos sofrem, e portanto, necessitam ser atendidos e tratados.

Resultado de imagem para violencia escolar causas e consequencias

Postado por Pamela Tobler Bennett
Petrópolis

INCONFORMADO COM NOTA BAIXA, ALUNO ESPANCA PEDAGOGA

Uma orientadora educacional teve os dois pulsos quebrados por um aluno inconformado com uma nota baixa no curso técnico de enfermagem no dia 11 de novembro de 2010, no centro de Porto Alegre. Segundo a pedagoga informou à polícia, ela foi atacada com uma cadeira e, desacordada, teve seis dentes quebrados. Rafael Soares Ferreira, 25 anos, se apresentou à 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre no dia seguinte ao episódio e negou que tenha agredido a vítima.
O estudante teria se irritado com o resultado de uma prova na escola Factum e, agressivo em aula, foi encaminhado pela professora para a orientadora educacional, Jane Antunes, 57 anos. Ela relatou à polícia que, após conversa de duas horas com o aluno, Rafael começou a agredi-la com uma cadeira. Ao tentar se proteger, Jane teve os dois braços quebrados e desmaiou, e Rafael, que pratica artes marciais, teria continuado a agressão com socos no rosto da vítima, quando professores e funcionários ouviram o barulho e o afastaram. Segundo testemunhas, antes de atacar a profissional, o aluno lhe disse: "eu gosto de ti, mas vou ter que te punir".

Por Joana da Silva (14212080343) / Juliana da Silva Andrade ( 14212080072)

Violência nas escolas estaduais em Caxias do Sul

http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2016/08/em-caxias-13-casos-diarios-de-violencia-sao-registrados-nas-escolas-estaduais-7276897.html



Postado por: Pamela Tobler Bennett

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Violência na escolas e os reflexos na vida do docente

Professora e psicóloga analisa a violência na escola e os reflexos na vida do docente

Por Lideli Crepaldi*

Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e privada.Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações, indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares, inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num projeto político-pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula, que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante, fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.

* Profª Drª Lideli Crepaldi – psicóloga e professora na Universidade de São Paulo (USP), na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) e no Centro Universitário Fundação Santo André, e sócia do SINPRO ABC
Grupo: Juliana Andrade - 14212080072
             Joana da Silva -   14212080343

Quando a tarefa de ensinar vira caso de polícia
Angela Chagas
O que era para ser uma simples reprimenda pela bagunça no corredor da escola, tornou-se caso de polícia após uma aluna partir para a agressão física contra a professora. Glaucia Teresinha da Silva bateu com a cabeça no chão, teve traumatismo craniano, ficou 15 dias no hospital e seis meses em casa até se recuperar. Isso aconteceu em 2009, numa escola pública de Porto Alegre. Glaucia deu a volta por cima, enfrentou o medo da sala de aula, e hoje desenvolve um projeto de alfabetização que é exemplo no Rio Grande do Sul. Mas passados quatro anos do caso que ganhou repercussão nacional, a violência contra professores nas escolas se multiplicou.
Segundo pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) em maio deste ano, 44% dos professores da rede estadual já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%) e agressão física (5%). O estudo mostra ainda que quem mais sofre violência escolar são os professores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma.
Professores sem autoridade e desmotivados com o quadro de abandono da carreira, pais que repassam para a escola a tarefa de educar, alunos inquietos uma sala de aula que parece ter parado no tempo e governos omissos formam a bomba-relógio da violência.
Para contar o drama de quem precisa conviver com a violência física e psicológica, o Terra ouviu relatos de educadores de todo o Brasil. Eles já levaram tapas, socos, chutes, foram ofendidos por alunos e pais. Alguns superaram o trauma, outros não conseguem voltar para a escola. Eles não querem assumir o papel de vítimas, e reconhecem que a escola precisa mudar. Mas pedem respeito, e principalmente, querem ser valorizados como professores.

Foto: Luciano Leon/FramePhoto / Especial para Terra

Síndrome de Burnout

Síndrome de burnout afeta quem lida diretamente com público

Uma doença moderna é cada vez mais comum no Brasil e no mundo. É a síndrome de burnout, que, em tradução livre, quer dizer esgotamento profissional depois de muito estresse no trabalho, especialmente de quem lida diretamente com o público.


Na sala de aula, professores à beira de um ataque de nervos. Na emergência superlotada, pacientes insatisfeitos e enfermeiros com medo de agressões.
Quando o trabalho de quem lida com o público vira sofrimento, motivo de desânimo e estresse, o profissional adoece. É cada vez maior o número de pessoas que sofrem da síndrome de burnout, uma doença do trabalho que já se tornou um problema de saúde pública.
“As categorias mais atingidas são os professores, médicos e enfermeiros. Dentro da área de saúde, citam-se ainda dentistas e, em outras áreas, encontramos relatos em relação a policiais e jornalistas”, diz o pesquisador Waldemir Borba.
A síndrome de burnout está associada a alguns fatores: condições de trabalho, altos índices de violência, acúmulo de empregos e pressão do público.
A doença, na maioria das vezes, não é identificada pelo profissional. Ele não consegue enxergar no trabalho a origem do esgotamento físico e mental e, muito menos, reconhece que está doente e que precisa de ajuda.
“A partir do momento que a gente identifica que não é um estresse comum, que é algo a mais, a gente começa a parar pra pensar um pouquinho na gente”, diz Cleoneide Gerônimo, professora.
Dezesseis anos de profissão, três empregos ao mesmo tempo. Uma enfermeira adoeceu e faz tratamento psicológico pra se livrar dos sintomas. “Emocionalmente, tristeza profunda e angústia, e, fisicamente, dores, no corpo todo”, diz a profissional, que não quis se identificar.
Jaqueline Brito, pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), entrevistou 265 professores e descobriu que 55% deles estavam com alto nível de exaustão emocional por causa do trabalho. “Trabalhar com gente adoece, e não é pouco. E não é o adoecer físico. É o adoecer mental”, diz Jaqueline.
Dupla: Daniele da Silva dos Santos  13212080237
            Daniele Maurício Rodrigues Corrêa   13212080233