Aqui reside o cerne do meu dilema como crucial para educador estudos sociais dos professores: habitar o espaço entre o meu compromisso com a pedagogia crítica de Paulo Freire e meu reconhecimento das relações de poder de Foucault.
Os formadores de professores, professores e estudantes lidam com questões de poder e de sala de aula pede controle, conversa e compreensão em uma base diária, falar sobre isso, abre um espaço para os leitores a repensar esta pedagogia e seus próprios compromissos, que promove a discussão sobre o que significa ser um pedagogo crítico.
Meu entendimento da autoridade social e minha concepção do que significa ser um formador de professores continuam a evoluir como eu trabalho com alunos de um curso de formação de professores estudos co-construído, mas meu desconforto com a minha autoridade institucional para ter uma aceitação dá lugar da autoridade que emerge do próprio conhecimento.
Eu tenho que beber da fonte diariamente, para reconhecer diferença entre a pedagogia autoritária e autoridade pedagógica. Esses entendimentos continuam a desenvolver, porque eu sou (e sempre serei) em minhas origens, um formador de professores.
Alunxs da Escola Municipal Miriam Alves em sua integração nas salas abertas,
com a professora Sara Wagner
Sara Wagner - 14212080246
Wessinton Brasilio - 14212080140
Eva Júlia - 14112080504

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