domingo, 9 de outubro de 2016

A pedagogia autoritária e autoridade pedagógica

A nossa busca por uma compreensão da evolução, da compreensão da pedagogia crítica como trabalhar com meus alunos para co-construir o currículo em um curso de formação de professores nos estudos sociais dessas dinâmicas, mergulhar no enquanto um pedagogo crítico, procura desafiar as estruturas tradicionais de poder e controle na sala de aula e problematizar os pensamentos e discursos que definem nossa capacidade de agir (e ser postas em prática). Na visão de Paulo Freire da educação como diálogo entre os estudantes-professores e professor-aluno, no entanto, a minha pedagogia é promulgada no vácuo, quando minhas aulas são obrigados dentro dos mandatos institucionais e regido por normas de certificação do Estado tão desrespeituosas ao professor. Professores e alunos são apanhados no contexto da escolaridade e do poder normativo que representa, as tentativas de redefinir as relações de poder estão em sala de aula assimétricamente contestadas pelo argumento de Foucault, que assume mais a responsabilidade de indivíduos que as limitações do poder e se tornar o princípio de sua própria subjugação, ou seja o poder que sufoca é o que cala o professor , o negro e T (de LGBT).
    Aqui reside o cerne do meu dilema como crucial para educador estudos sociais dos professores: habitar o espaço entre o meu compromisso com a pedagogia crítica de Paulo Freire e meu reconhecimento das relações de poder de Foucault. 

Os formadores de professores, professores e estudantes lidam com questões de poder e de sala de aula pede controle, conversa e compreensão em uma base diária, falar sobre isso, abre um espaço para os leitores a repensar esta pedagogia e seus próprios compromissos, que  promove a discussão sobre o que significa ser um pedagogo crítico.
 Meu entendimento da autoridade social e minha concepção do que significa ser um formador de professores continuam a evoluir como eu trabalho com alunos de um curso de formação de professores estudos co-construído, mas meu desconforto com a minha autoridade institucional para ter uma aceitação dá lugar da autoridade que emerge do próprio conhecimento.
 Eu tenho que beber da fonte diariamente, para reconhecer diferença entre a pedagogia autoritária e autoridade pedagógica. Esses entendimentos continuam a desenvolver, porque eu sou (e sempre serei) em minhas origens, um formador de professores.

Alunxs da Escola Municipal Miriam Alves em sua integração nas salas abertas,
 com a professora Sara Wagner


Sara Wagner - 14212080246
Wessinton Brasilio - 14212080140
Eva Júlia - 14112080504

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