sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Resultado de imagem para charge sindrome de burnout

A charge acima, nos remete a Violência Escolar que atualmente faz parte do cotidiano de grande parte das escolas. É importante a reflexão sobre o assunto, pois a partir da visualização da mesma, podemos pensar tanto no tema sobre a Violência Escolar, como também sobre a Síndrome de Burnout. Como podemos verificar, a charge deixa claro como são realizadas as cobranças sobre os resultados do desempenho escolar que os alunos e alunas devem ter na atualidade e como era em décadas passadas.
É importante que o gestor tenha conhecimento sobre esses assuntos que são pertinentes ao cotidiano de grande parte das escolas. 
Promover debates e convidar profissionais que podem esclarecer dúvidas que surgem no cotidiano escolar, para ministrar palestras, pode ser uma ferramenta que auxiliará o gestor na administração da Unidade Escolar.
 Imagem:http://claudeko-claudeko.blogspot.com.br/2010_10_01_archive.html

Aluna: Cláudia Mesitieri - matrícula: 102.120.802.13

Causas de violência escolar


http://br.guiainfantil.com/violencia-escolar/46-causas-da-violencia-escolar.html

Tanto a família como a escola podem estabelecer regras para evitar a violência escolar. É possível proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima de agressão. Pelo menos existem algumas atitudes que podem ajudar tanto a família como os educadores e a sociedade de um modo geral, a prevenir este fenômeno. Lutar contra o abuso é uma responsabilidade de todos. Cada parte implicada deve cumprir seu papel.
Tanto o agressor como a vítima sofrem, e, portanto, necessitam ser escutados, atendidos e tratados. Segundo José Maria Avilés, psicólogo, especialista e estudioso no tema “violência escolar”, assegura que 6% dos alunos são vítimas deste fenômeno. Mas adverte que é preciso tratar o agressor com prudência e não ver fantasmas onde não existem. A agressão escolar não é um problema novo nem isolado, e que o primeiro que tem que fazer nestes casos é identificar a vítima e o agressor. E ter a consciência de que ambos sofrem, e portanto, necessitam ser atendidos e tratados.

Resultado de imagem para violencia escolar causas e consequencias

Postado por Pamela Tobler Bennett
Petrópolis

INCONFORMADO COM NOTA BAIXA, ALUNO ESPANCA PEDAGOGA

Uma orientadora educacional teve os dois pulsos quebrados por um aluno inconformado com uma nota baixa no curso técnico de enfermagem no dia 11 de novembro de 2010, no centro de Porto Alegre. Segundo a pedagoga informou à polícia, ela foi atacada com uma cadeira e, desacordada, teve seis dentes quebrados. Rafael Soares Ferreira, 25 anos, se apresentou à 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre no dia seguinte ao episódio e negou que tenha agredido a vítima.
O estudante teria se irritado com o resultado de uma prova na escola Factum e, agressivo em aula, foi encaminhado pela professora para a orientadora educacional, Jane Antunes, 57 anos. Ela relatou à polícia que, após conversa de duas horas com o aluno, Rafael começou a agredi-la com uma cadeira. Ao tentar se proteger, Jane teve os dois braços quebrados e desmaiou, e Rafael, que pratica artes marciais, teria continuado a agressão com socos no rosto da vítima, quando professores e funcionários ouviram o barulho e o afastaram. Segundo testemunhas, antes de atacar a profissional, o aluno lhe disse: "eu gosto de ti, mas vou ter que te punir".

Por Joana da Silva (14212080343) / Juliana da Silva Andrade ( 14212080072)

Violência nas escolas estaduais em Caxias do Sul

http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2016/08/em-caxias-13-casos-diarios-de-violencia-sao-registrados-nas-escolas-estaduais-7276897.html



Postado por: Pamela Tobler Bennett

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Violência na escolas e os reflexos na vida do docente

Professora e psicóloga analisa a violência na escola e os reflexos na vida do docente

Por Lideli Crepaldi*

Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e privada.Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações, indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares, inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num projeto político-pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula, que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante, fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.

* Profª Drª Lideli Crepaldi – psicóloga e professora na Universidade de São Paulo (USP), na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) e no Centro Universitário Fundação Santo André, e sócia do SINPRO ABC
Grupo: Juliana Andrade - 14212080072
             Joana da Silva -   14212080343

Quando a tarefa de ensinar vira caso de polícia
Angela Chagas
O que era para ser uma simples reprimenda pela bagunça no corredor da escola, tornou-se caso de polícia após uma aluna partir para a agressão física contra a professora. Glaucia Teresinha da Silva bateu com a cabeça no chão, teve traumatismo craniano, ficou 15 dias no hospital e seis meses em casa até se recuperar. Isso aconteceu em 2009, numa escola pública de Porto Alegre. Glaucia deu a volta por cima, enfrentou o medo da sala de aula, e hoje desenvolve um projeto de alfabetização que é exemplo no Rio Grande do Sul. Mas passados quatro anos do caso que ganhou repercussão nacional, a violência contra professores nas escolas se multiplicou.
Segundo pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) em maio deste ano, 44% dos professores da rede estadual já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%) e agressão física (5%). O estudo mostra ainda que quem mais sofre violência escolar são os professores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma.
Professores sem autoridade e desmotivados com o quadro de abandono da carreira, pais que repassam para a escola a tarefa de educar, alunos inquietos uma sala de aula que parece ter parado no tempo e governos omissos formam a bomba-relógio da violência.
Para contar o drama de quem precisa conviver com a violência física e psicológica, o Terra ouviu relatos de educadores de todo o Brasil. Eles já levaram tapas, socos, chutes, foram ofendidos por alunos e pais. Alguns superaram o trauma, outros não conseguem voltar para a escola. Eles não querem assumir o papel de vítimas, e reconhecem que a escola precisa mudar. Mas pedem respeito, e principalmente, querem ser valorizados como professores.

Foto: Luciano Leon/FramePhoto / Especial para Terra

Síndrome de Burnout

Síndrome de burnout afeta quem lida diretamente com público

Uma doença moderna é cada vez mais comum no Brasil e no mundo. É a síndrome de burnout, que, em tradução livre, quer dizer esgotamento profissional depois de muito estresse no trabalho, especialmente de quem lida diretamente com o público.


Na sala de aula, professores à beira de um ataque de nervos. Na emergência superlotada, pacientes insatisfeitos e enfermeiros com medo de agressões.
Quando o trabalho de quem lida com o público vira sofrimento, motivo de desânimo e estresse, o profissional adoece. É cada vez maior o número de pessoas que sofrem da síndrome de burnout, uma doença do trabalho que já se tornou um problema de saúde pública.
“As categorias mais atingidas são os professores, médicos e enfermeiros. Dentro da área de saúde, citam-se ainda dentistas e, em outras áreas, encontramos relatos em relação a policiais e jornalistas”, diz o pesquisador Waldemir Borba.
A síndrome de burnout está associada a alguns fatores: condições de trabalho, altos índices de violência, acúmulo de empregos e pressão do público.
A doença, na maioria das vezes, não é identificada pelo profissional. Ele não consegue enxergar no trabalho a origem do esgotamento físico e mental e, muito menos, reconhece que está doente e que precisa de ajuda.
“A partir do momento que a gente identifica que não é um estresse comum, que é algo a mais, a gente começa a parar pra pensar um pouquinho na gente”, diz Cleoneide Gerônimo, professora.
Dezesseis anos de profissão, três empregos ao mesmo tempo. Uma enfermeira adoeceu e faz tratamento psicológico pra se livrar dos sintomas. “Emocionalmente, tristeza profunda e angústia, e, fisicamente, dores, no corpo todo”, diz a profissional, que não quis se identificar.
Jaqueline Brito, pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), entrevistou 265 professores e descobriu que 55% deles estavam com alto nível de exaustão emocional por causa do trabalho. “Trabalhar com gente adoece, e não é pouco. E não é o adoecer físico. É o adoecer mental”, diz Jaqueline.
Dupla: Daniele da Silva dos Santos  13212080237
            Daniele Maurício Rodrigues Corrêa   13212080233

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Síndrome de burnout: esgotamento profissional




Síndrome de Burnout
A Síndrome de Burnout é resultante de situações de trabalho desgastante e atinge profissionais que lidam com pessoas, no caso os profissionais da educação, é determinada por uma condição de exaustão física, emocional ou mental por causa da carga de estresse no ambiente de trabalho.

Tivemos essa experiência em uma escola em nossa cidade, pois uma pedagoga do Ensino de Jovens e Adultos teve essa síndrome. Na escola ela era pedagoga do EJA, mas finalizava também o exercício de pedagoga do ensino médio na mesma escola, além de trabalhar com EJA em outras escolas públicas, no caso tinha uma jornada dupla. Com isso essa pedagoga teve uma grande quantidade de situações para resolver gerando um desgaste emocional, físico e mental. Ela não conseguia concluir seu trabalho como antes, tinha uma idade avançada, pois estava quase se aposentando, mas era uma profissional maravilhosa. Os profissionais da escola perceberão seu desgaste e tentou ajudar, mas ela preferiu entrar de licença e logo após veio à notícia de que tinha se aposentado. Sobre o supervisor devemos compreender que embora na empresa a sua função seja inspecionar, checar, monitorar e reprimir as ações dos trabalhadores, na escola a situação deve ser outra: a função controladora e burocrática deve dar lugar à função de suporte e apoio pedagógico. O supervisor escolar não deve objetivar a sobreposição hierárquica ao professor. O ideal é que haja entre ambos a compreensão e companheirismo para que o apoio e a solidariedade sejam base do trabalho pedagógico. Para que percebendo a síndrome de burnout possam traçar estratégias pra ajudar esses professores com novas práticas cotidianas.


Dupla: Daniele da Silva Santos  13212080237

            Daniele Maurício Rodrigues Corrêa  13212080233




Estudante usa agulha para furar mais de 30 crianças em escola

O aluno furou as crianças no fim da aula, fazendo uso de uma agulha usada por diabéticos.


Foi registrado nesta sexta-feira (7), na Escola Municipal de Ensino Esmeraldo Traquínio, na cidade de Santos, em São Paulo, onde um estudante atacou mais de 30 crianças com idades entre 10 e 12 anos.
Segundo informações da Secretaria de Educação da cidade, o estudante levou uma lanceta, que é uma espécie de#Agulha injetável, usada para medir glicose e espetou os colegas no fim da aula.
A lanceta usada pelo menino para furar os colegas era de uma avó do mesmo. Os pais do estudante e os órgãos competentes da cidade foram acionados pela equipe gestora da unidade de ensino e as crianças passaram por exames médicos para saber se foram contaminados com algum tipo de doença. A Secretaria de Educação da cidade informou que, independente do resultado que der nos exames pelos quais os alunos atacados passaram, os mesmos continuarão a receber assistência a médio e longo prazo.
Bilbliografia: http://br.blastingnews.com/sao-paulo/2016/10/estudante-usa-agulha-para-furar-mais-de-30-criancas-em-escola-001170149.html
Por: Joana da Silva (14212080343) / Juliana da Silva Andrade ( 14212080072)

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Violência na Escola contra Professor

Quarta-feira, 03/09/2014, às 08:20, por Andrea Ramal

 Violência contra os professores não pode ser vista como normal Professora de Franco da Rocha, SP, vítima de violência de alunos
O Brasil está em primeiro lugar no ranking de violência contra professores divulgado pela OCDE. Será que os pais dos estudantes têm consciência da gravidade desse resultado e do que ele significa para a educação dos seus filhos? Por um lado, significa que nossas crianças e jovens estudam num sistema educacional cheio de falhas e ineficaz. Não adianta explicar a violência na escola só em função do entorno em que os alunos vivem. Isso conta, mas o fato é que o país não atualizou o ensino e, em plena cibercultura, mantém um modelo educacional do século passado. Nesse sistema, o magistério é tão mal remunerado que não atrai talentos. Os que ingressam na profissão não recebem a preparação adequada, começam a lecionar sem experiência e têm dificuldade para conquistar os estudantes. 
Os alunos não se interessam pelo que é ensinado e a didática não é atraente. Ficam desmotivados, hiperativos, indisciplinados. Para controlar a turma, muitos professores tentam manter a ordem, o que, dependendo da forma, gera revolta. A sala de aula se converte num campo de batalha. Professores adoecem. Milhares abandonam a profissão. Prova Brasil e Enem mostram que, a cada ano, poucos alunos aprenderam o que deveriam. Ao mesmo tempo, esse desonroso resultado também significa que muitos jovens não estão aprendendo, em casa, aspectos básicos para o convívio social, como urbanidade, respeito, cortesia, civilidade. E estão aprendendo pouco sobre o valor da educação. Na Coreia do Sul, o índice de violência relatado pelos mestres é zero. Isso não acontece apenas porque o país valorizou a carreira docente, mas sobretudo porque em casa, desde cedo, as crianças aprendem a importância da escola e o respeito pelos que ensinam. É verdade que esse fenômeno não ocorre só no Brasil. Por exemplo, no México, a Comissão Nacional de Direitos Humanos e o Sindicato de Trabalhadores da Educação acabam de lançar um documento que adverte sobre a violência que os professores vêm sofrendo por parte dos alunos, citando: ameaças, insultos, roubos, danos a seus carros, bullying pela internet, empurrões, socos. Fatos similares ocorrem na Argentina, Espanha, Uruguai, por citar alguns. Isso não deveria ser um consolo.
           Alguns estados brasileiros passaram a colocar policiais dentro das escolas. Essa não deveria e não pode ser a única solução possível. Pobre do país que despreza seus próprios mestres. Serão os tablets a solução mágica? Recursos tecnológicos armazenam muitos conteúdos, mas não podem ensinar valores, promover posturas de vida, formar agentes de mudança social. Se os pais brasileiros desejam uma educação de qualidade para seus filhos, não deveriam lidar com agressões contra professores como se fosse normal. A violência crescente contra os mestres é sinal de colapso iminente no sistema educacional.            Os pais precisam se envolver nas discussões sobre as melhorias necessárias nas escolas. Acompanhar a implantação do Plano Nacional de Educação. Seja qual for o candidato eleito, cobrar uma gestão qualificada da rede escolar. A cobrança da sociedade pode conquistar políticas educacionais mais continuadas e efetivas. Os pais que têm filhos em idade escolar deveriam ficar atentos ao exemplo que dão quando falam dos mestres. Não tirar a autoridade deles na frente das crianças. Isso não significa que os estudantes precisam obedecer cegamente, eles sempre devem expressar o que pensam. E os pais sempre podem apresentar queixas na escola. Mas precisam ensinar uma postura de colaboração na sala de aula. Dos gestores escolares, exigir que o professor seja bem preparado, competente e valorizado. É nas crianças e nos jovens em formação que está o país que podemos ser. Mas não se enganem, é urgente: antes, há que cuidar de quem os forma. Foto: Professora de Franco da Rocha, SP, vítima de violência de alunos.
 (Reprodução/TV Globo)

Violência na Escola contra Professor

Quarta-feira, 03/09/2014, às 08:20, por Andrea Ramal

 Violência contra os professores não pode ser vista como normal Professora de Franco da Rocha, SP, vítima de violência de alunos
O Brasil está em primeiro lugar no ranking de violência contra professores divulgado pela OCDE. Será que os pais dos estudantes têm consciência da gravidade desse resultado e do que ele significa para a educação dos seus filhos? Por um lado, significa que nossas crianças e jovens estudam num sistema educacional cheio de falhas e ineficaz. Não adianta explicar a violência na escola só em função do entorno em que os alunos vivem. Isso conta, mas o fato é que o país não atualizou o ensino e, em plena cibercultura, mantém um modelo educacional do século passado. Nesse sistema, o magistério é tão mal remunerado que não atrai talentos. Os que ingressam na profissão não recebem a preparação adequada, começam a lecionar sem experiência e têm dificuldade para conquistar os estudantes. 
Os alunos não se interessam pelo que é ensinado e a didática não é atraente. Ficam desmotivados, hiperativos, indisciplinados. Para controlar a turma, muitos professores tentam manter a ordem, o que, dependendo da forma, gera revolta. A sala de aula se converte num campo de batalha. Professores adoecem. Milhares abandonam a profissão. Prova Brasil e Enem mostram que, a cada ano, poucos alunos aprenderam o que deveriam. Ao mesmo tempo, esse desonroso resultado também significa que muitos jovens não estão aprendendo, em casa, aspectos básicos para o convívio social, como urbanidade, respeito, cortesia, civilidade. E estão aprendendo pouco sobre o valor da educação. Na Coreia do Sul, o índice de violência relatado pelos mestres é zero. Isso não acontece apenas porque o país valorizou a carreira docente, mas sobretudo porque em casa, desde cedo, as crianças aprendem a importância da escola e o respeito pelos que ensinam. É verdade que esse fenômeno não ocorre só no Brasil. Por exemplo, no México, a Comissão Nacional de Direitos Humanos e o Sindicato de Trabalhadores da Educação acabam de lançar um documento que adverte sobre a violência que os professores vêm sofrendo por parte dos alunos, citando: ameaças, insultos, roubos, danos a seus carros, bullying pela internet, empurrões, socos. Fatos similares ocorrem na Argentina, Espanha, Uruguai, por citar alguns. Isso não deveria ser um consolo.
           Alguns estados brasileiros passaram a colocar policiais dentro das escolas. Essa não deveria e não pode ser a única solução possível. Pobre do país que despreza seus próprios mestres. Serão os tablets a solução mágica? Recursos tecnológicos armazenam muitos conteúdos, mas não podem ensinar valores, promover posturas de vida, formar agentes de mudança social. Se os pais brasileiros desejam uma educação de qualidade para seus filhos, não deveriam lidar com agressões contra professores como se fosse normal. A violência crescente contra os mestres é sinal de colapso iminente no sistema educacional.            Os pais precisam se envolver nas discussões sobre as melhorias necessárias nas escolas. Acompanhar a implantação do Plano Nacional de Educação. Seja qual for o candidato eleito, cobrar uma gestão qualificada da rede escolar. A cobrança da sociedade pode conquistar políticas educacionais mais continuadas e efetivas. Os pais que têm filhos em idade escolar deveriam ficar atentos ao exemplo que dão quando falam dos mestres. Não tirar a autoridade deles na frente das crianças. Isso não significa que os estudantes precisam obedecer cegamente, eles sempre devem expressar o que pensam. E os pais sempre podem apresentar queixas na escola. Mas precisam ensinar uma postura de colaboração na sala de aula. Dos gestores escolares, exigir que o professor seja bem preparado, competente e valorizado. É nas crianças e nos jovens em formação que está o país que podemos ser. Mas não se enganem, é urgente: antes, há que cuidar de quem os forma. Foto: Professora de Franco da Rocha, SP, vítima de violência de alunos.
 (Reprodução/TV Globo)



Luana Marques 14112080231

Agredida por pai de alunos em 2010, diretora sofre com convulsões

Cartola - Agência de Conteúdo
Especial para Terra
Há três anos a professora Maria Ladjane de Araújo, 53 anos, toma diariamente uma medicação para minimizar as convulsões que sofre em decorrência da violência vivida em outubro de 2010. A gestora da Escola Modelo Infantil Santa Joana, em Caruaru (PE), atravessava a rua quando um homem avançou em sua direção e lhe empurrou. Ela caiu de cabeça no meio-fio, sofreu traumatismo craniano e teve um edema frontal. O agressor é pai de dois alunos que estudavam na instituição.
Na época, a imprensa local noticiou que o homem estaria contrariado por ter sido chamado na escola para conversar sobre o comportamento da filha. Irritado, ele teria discutido com Maria, o que não é confirmado pela professora. "Não houve conversa, ele simplesmente chegou e me agrediu", relata.
Maria foi levada a um hospital no Recife e passou oito dias internada. Perdeu olfato, paladar e teve a audição prejudicada - hoje escuta apenas com o ouvido esquerdo. Com a fala arrastada, a docente conta que, desde o episódio, evita sair na rua e, quando sai, só anda acompanhada. "Meu dia acaba mais cedo. Depois das 20h, quando tomo meu remédio, fico dopada e não consigo fazer mais nada", acrescenta.
Na instituição, a educadora segue no mesmo cargo de três anos atrás, mas confessa que já não consegue cumprir suas funções como antes. "Eu sigo assinando papéis, tomando algumas decisões, mas já não tomo a frente das atividades, conto muito com minha equipe", lamenta. Após a agressão, levou dois meses para voltar ao trabalho.
O agressor aguarda sentença na justiça e cumpre uma medida que o impede de chegar a menos de 500 metros da professora. Em depoimento dado na época, o homem afirmou que tudo não passou de um acidente e que não tinha intenção de machucar a professora. Maria já o conhecia havia oito anos, e afirma que não esperava vê-lo daquela forma. "Ele estava visivelmente descontrolado. Tenho 30 anos de escola e também moro aqui há 30 anos, nunca tinha vivido uma situação como essa. Caruaru inteira ficou revoltada", complementa, lembrando que foi difícil para o pai matricular as crianças em outro colégio, tal era a indignação da população. "Ele destruiu minha vida, mas destruiu a dele também. Ele sabe que a família dele sofreu com essa situação", diz.
Foto: Angela Chagas / Terra

Luana Marques silva Alves   14112080231

Diálogos sobre a violência escolar




Dando continuidade aos nossos diálogos sobre a violência...

Clique 2 vezes no link abaixo da imagem para acessar o Trailer do Documentário Produzido pelo PIBID Geografia IFPA, Co-produção do NUPAED relacionado 'a ''violência escolar.


https://www.youtube.com/watch?v=H9rvpK_EEFw
Por: Juliana Andrade 14212080072
        Joana Silva 14212080343
Os fatores que levam os jovens a praticar atos violentos
São inúmeros os fatores que podem levar uma criança ou um adolescente a um ato delitivo, a seguir, abordaremos os que acreditamos serem os mais relevantes .
A desigualdade social é um dos fatores que levam um jovem a cometer atos violentos. A situação de carência absoluta de condições básicas de sobrevivência tende a embrutecer os indivíduos, assim, a pobreza seria geradora de personalidades desruptivas. " A partir desse ... de estar numa posição secundária na sociedade e de possuir menos possibilidades de trabalho, estudo e consumo, porque além de serem pobres se sentem maltratados, vistos como diferentes e inferiores. Por essa razão, as percepções que têm sobre os jovens endinheirados são muito violentas e repletas de ódio..." ABRAMOVAY et al. (1999) é uma forma de castigar à sociedade que não lhe dá oportunidades.
A influência de grupos de referência de valores , crenças e formas de comportamento seria também uma motivação do jovem para cometer crimes.
" o motivo pelo qual os jovens...aderem às gangues é a busca de respostas para suas necessidades humanas básicas, como o sentimento de pertencimento, uma maior identidade, auto-estima e proteção, e a gangue parece ser uma solução para os seus problemas a curto prazo" ABRAMOVAY et al. (1999), assim, o infrator se sente protegido por um grupo no qual tem confiança. " Valores como solidariedade, humildade, companheirismo, respeito, tolerância são pouco estimulados nas práticas de convivência social, quer seja na família, na escola, no trabalho ou em locais de lazer. A inexistência dessas práticas dão lugar ao individualismo, à lei do mais forte, à necessidade de se levar vantagem em tudo, e daí a brutalidade e a intolerância", (MONTEIRO,2003) a influência das guangues que se aliam ao fracasso da família e da escola. A educação tolerante e permissiva não leva a ética na família. Os pais educam seus filhos e estes crescem achando que podem tudo.
É dentro das guangues ou das quadrilhas como se refere Alba Zaluar que os jovens provam sua audácia , desafiam o medo da morte e da prisão. É uma subcultura criminosa marcada pela atuação masculina(ZALUAR, 1992, p.27).
O indivíduo enfrenta uma grande oferta de oportunidades: o uso de drogas, uso de bebidas alcoólicas, uso da arma de fogo aliada a inexistência do controle da polícia , da família e comunidade tornam o indivíduo motivado a concluir o ato delitivo. " Carências afetivas e causas sócio-econômicas ou culturais certamente aí se misturam, para desembocar nestas atitudes" . (COLOMBIER,1989,p.35) . " A Disponibilidade de armas de fogo e as mudanças que isso impõe às comunidades conflituosas, contribuindo para o aumento do caráter mortal dos conflitos nas escolas " ABRAMOVAY ; RUA
( 2002, p.73) " a falta de policiamento agrava a situação na medida em que a polícia pode ser sinônimo de segurança e ordem" ABRAMOVAY ; RUA ( 2002, p.337)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABRAMOVAY, Miriam; RUA, Maria das Graças - Violência nas escolas. Ed.Unesco, doações institucionais.
ABRAMOVAY, Miriam ; et alli - Guangues , galeras, chegados e rappers. RJ, Ed. Garamond , 1999.
COLOMBIER,Claire; MANGEL,Gilbert; PERDRIAULT,Marguerite . A violência na escola. São Paulo, Ed.Summus,1989.
GUIMARÃES, Eloisa. Escola, Galeras e Narcotráfico. Ed. UFRJ.
SILVA,Aida Maria Monteiro. EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA: qual o papel da escola?www.dhnet.org.br/inedex.htm, 2002
SILVA,Aida Maria Monteiro. A VIOLÊNCIA NA ESCOLA : A PERCEPÇÃO DOS ALUNOS E PROFESSORES. www.dhnet.org.br/inedex.htm, 2002
ZALUAR, Alba (org). Violência e educação. São Paulo, Cortez editora, 1992

Autor: trabalho em grupo:  Joana da Silva (14212080343) 
 Juliana da Silva Andrade ( 14212080072)
                             VIOLÊNCIA  X AMBIENTE ESCOLAR

A violência escolar não pode ser vista como um problema novo e sim, como um problema que tem se agravado nos últimos anos, sendo uma das principais preocupações da sociedade pois a mesma se manifesta nos diversos ambientes relacionados a escola, nas mais variadas formas, estando presente nos processos educativos e nas relações entre o corpo discente e docente.
Para que o assunto fique bem claro vamos recordar alguns conceitos:

A violência é o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros, sendo uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. Também pode ser compreendido como “uma reação consequente a um sentimento de ameaça ou de falência da capacidade psíquica em suportar o conjunto de pressões internas e externas a que está submetida”. 

A agressividade é vista como um comportamento intenso do indivíduo que é vítima constante de violência, tendo dificuldade de estabelecer regras, limites e de se relacionar com o outro. Essa agressividade pode ser oriunda de ausências na relação do âmbito familiar. Esse sujeito é tem atitudes agressivas para se defender e não é visto como violento.

No que diz respeito a violência escolar, essa é dada pela ação ou omissão prejudicial exercida entre os membros de uma comunidade educativa (seja entre alunos, pais, professores ou pessoal não docente) e que pode ocorrer quer nas instalações escolares, quer noutros espaços diretamente relacionados com a escola.

Já são muitas as pesquisas que abordam a temática e buscam um diálogo construtivo objetivando mudanças nas relações que permeiam a construção do desenvolvimento educacional. O que vemos são ações que obrigam, representadas pelo poder e autoritarismo dos professores, coordenação e direção, estando os alunos no meio dos conflitos profissionais que acabam por refletir dentro da sala de aula. Por outro lado, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes têm levado jovens a perder a credibilidade quanto a uma sociedade justa e igualitária, tornando-os violentos, seguindo os modelos sociais.
Nos ambientes educacionais as relações deveriam cultivar o respeito através de atividades e ações que busquem a interação social e a amizade entre os que ali estão.

Diálogos sobre a Violência Escolar


O tema violência escolar não pode ser analisado a partir de um único ponto de vista, já que existem diferentes fatores para que essa violência aconteça como o social, o político, o econômico e o cultural. E para acabar com a violência no contexto escolar é primordial a conscientização dos alunos quanto aos danos que ela traz à vida de todos.

Estudos demonstram que na grande maioria dos casos, a violência dentro da escola começa com a falta de aceitação das diferenças, que pode ocorrer entre os alunos, entre professores e alunos e, também, entre funcionários e alunos. “A direção da escola e os professores também são considerados agentes de violência quando são extremamente autoritários, deixando de ouvir o que os alunos têm a dizer”.

Para evitar a violência dentro da escola é primordial a conscientização dos alunos quanto aos danos que ela traz à vida de todos “As escolas devem estimular as crianças e os adolescentes para terem capacidade de reflexão, contextualização, e mostrar que todos os seres humanos apresentam suas diversidades e por mais diferentes que pareçam têm necessidades comuns aos demais e devem ser trabalhadas na comunidade escolar a intolerância com as diferenças”.


Referência Bibliográfica:
SILVA,Aida Maria Monteiro. A VIOLÊNCIA NA ESCOLA : A PERCEPÇÃO DOS ALUNOS E PROFESSORES. www.dhnet.org.br/inedex.htm, 2002
ZALUAR, Alba (org). Violência e educação. São Paulo, Cortez editora, 1992

Autor: trabalho em grupo:  Joana da Silva (14212080343) / Juliana da Silva Andrade ( 14212080072)

Diálogos sobre a violência escolar




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Diálogo sobre a Violência Escolar

O tema violência escolar não pode ser analisado a partir de um único ponto de vista, já que existem diferentes fatores para que essa violência aconteça como o social, o político, o econômico e o cultural. E para acabar com a violência no contexto escolar é primordial a conscientização dos alunos quanto aos danos que ela traz à vida de todos
Estudos demonstram que na grande maioria dos casos, a violência dentro da escola começa com a falta de aceitação das diferenças, que pode ocorrer entre os alunos, entre professores e alunos e, também, entre funcionários e alunos. A direção da escola e os professores também são considerados agentes de violência quando são extremamente autoritários, deixando de ouvir o que os alunos têm a dizer. As escolas devem estimular as crianças e os adolescentes para terem capacidade de reflexão, contextualização, e mostrar que todos os seres humanos apresentam suas diversidades e por mais diferentes que pareçam têm necessidades comuns aos demais e devem ser trabalhadas na comunidade escolar a intolerância com as diferenças. Nesse sentido, para evitar a violência dentro da escola é primordial a conscientização dos alunos quanto aos danos que ela traz à vida de todos. 

Por: Juliana da Silva Andrade - 141212080072
       Joana da Silva -  14212080343